Foto: Arquivo/ ALMG
No próximo domingo, dia 10, é celebrado o Dia das Mães, a segunda data comemorativa que mais movimenta o comércio lojista no Brasil, ficando atrás apenas do Natal.Diante do aumento nas vendas, o Procon da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) reforça a importância de os consumidores manterem o equilíbrio financeiro e evitarem comprometer o orçamento a médio e longo prazos. A orientação é que, ao optar pela compra de presentes, o consumidor priorize o pagamento à vista. “As taxas de juros no Brasil estão muito altas, por isso é importante que o consumidor evite comprometer seu orçamento com parcelamento ou até mesmo com a contratação de empréstimos bancários para a compra de presentes”, alerta o coordenador do Procon Assembleia, Marcelo Barbosa.
Trocas lideram movimentação após a data
Itens como roupas e calçados estão entre os presentes mais procurados no período. No entanto, como nem sempre há acerto no tamanho, modelo ou cor, a semana seguinte ao Dia das Mães costuma registrar grande movimento nas lojas para trocas.
O Procon Assembleia orienta que os consumidores fiquem atentos às políticas de troca dos estabelecimentos:
As lojas não são obrigadas a trocar produtos vendidos em perfeito estado, mas geralmente adotam políticas próprias para esses casos.
As regras de troca devem estar visíveis no estabelecimento ou descritas na nota fiscal.
A maioria das lojas exige apresentação da nota fiscal e a etiqueta do produto.
Em compras realizadas fora do estabelecimento comercial, como pela internet ou telefone, o consumidor tem até sete dias após o recebimento para desistir da compra, sem necessidade de justificativa.
O fornecedor deve informar de forma clara como o consumidor pode exercer o direito de arrependimento.
Atenção redobrada com golpes virtuais
As compras online, embora muitas vezes mais baratas, exigem cuidados extras. O Procon alerta para algumas práticas que podem evitar prejuízos:
Evitar acessar links enviados por e-mail, SMS ou redes sociais; o ideal é digitar o endereço da loja diretamente no navegador.
Desconfiar de sites que oferecem apenas pagamento via Pix, boleto ou transferência bancária.
Comparar preços em diferentes lojas para identificar ofertas muito abaixo da média, que podem indicar fraude.
Consultar a lista “Evite esses sites”, disponível no site da ALMG, com empresas já notificadas por irregularidades.
Exigir sempre a nota fiscal da compra.
Em caso de problemas, a orientação é tentar inicialmente resolver a situação diretamente com o fornecedor. Persistindo o conflito, o consumidor pode registrar reclamação na plataforma consumidor.gov.br, procurar o Procon municipal ou recorrer ao Poder Judiciário.
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Postado por Rafaela Melo, no dia 05/05/2026 - 15:27